16 de nov. de 2010

Rio Sono

R$300 mil em ch. sem fundos

Prefeito no segundo ano do segundo mandato, sapecando cheques sem fundo a torto e nada direito, não tem outro recurso melhor do que ser afastado. Foi a conclusão do promotor Airton Momo (nada a ver com o Rei Momo), ao pedir e ganhar, da juiza de Tocantínia Renata do Nascimento a saída não remunerada de "Chico Dentista"9 (DEM) da prefeitura, por 180 dias, a partir de 11 de novembro. Assumiu, felicíssima, a vice, Deusvina da Rocha (DEM).



Causas conhecidas

Emissão de cheques sem fundos em valores conhecidos de até R$ 226.989,80 e gastança, sem controle, foram dois motivos conhecidos para justificar a expulsão da corja (prefeito, sec. de finanças, atual e ex e Presidente da comissão de licitações) do comando das contas públicas.



"Café pequeno"

Prefeito é Rei, principalmente após 6 anos de montanhas de verba inundando as contas da prefeitura, toda semana. Ele age como se o FPM (Fundo de Participação dos Municípios - chega ) e o ICMS fossem propriedade privada.



Compra tudo

De tanto ver a dinheirama entrando, sem parar, o gestor sem escrúpulos (a maioria), parte para ajuntar o máximo, no menor tempo possível. Aí começam os problemas. Tem de arrumar a papelada, dividir com quem ajuda a desviar e o tempo não pára.



Familia

Mulher, filhos, parentes, todo mundo arruma um jeitinho de dependurar na viúva - a prefeitura- de um jeito ou de outro, aparecem as necessidades de comprar carros zerados, casas, terrenos, amantes, etc. É um Deus nos acuda.



Promessas

Enquanto os eleitores, responsáveis pela passagem do galã no poder, vão se ajeitando com as migalhas que caem da mesa dele, no segundo mandato, com a proximidade do final da farra, a ganância se potencializa e só o Ministério Público é capaz de deter a fúria avassaladora da corrupção. Ou participar dela, em troca de mensalão. Aí, o povo se torna vítima mais uma vez.

Parece que em Rio Sono foi diferente dessa vez, ao menos enquanto o prefeito não conseguiu retornar, pela via judicial, pior, com advogado contratado pela prefeitura e pago pelo povo.

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