5 de mai. de 2011

TO de verdade 320

Promoção de militares Ao promover 1815 policiais militares, dia 21, o gov. Siqueira Campos anulou a tentativa do ex, Gaguim, de fazer política as custas dos PMs.
É mais uma prova de maleabilidade do ex, Siqueirão, convertido em Siquerido, graças a vontade dele e da sabedoria publicitária de Duda Mendonça.


"Eles" quebraram a Unirg
O mentor da recente greve na UnirG – Universidade Regional de Gurupi, professor Paulo Henrique da Costa Mattos, foi denunciado no Ministério Público do Tocantins por receber ajuda de custo da instituição de forma ilegal e embolsar salários sem ministrar aulas.

Com o esquema fraudulento Paulo Henrique teria provocado um rombo de R$ 70 mil aos cofres da Universidade. Ele é presidente da Apug – Associação dos Professores Universitários de Gurupi; foi expulso do PT e atualmente integra o PSOL.

A maracutaia está revelada no relatório da comissão designada para avaliar as condições financeira, administrativa e acadêmica da UnirG. A greve liderada por Paulo Henrique foi considerada ilegal e suspensa pela Justiça.

Segundo a comissão denunciante, no período em que o presidente da Apug recebeu dinheiro da Universidade sem trabalhar, ele sequer estava em Gurupi. Encontrava-se em Goiânia, fazendo curso de especialização, mas continuou embolsando os salários sem pisar em sala de aula.

Mesmo se estivesse trabalhando na UnirG, Paulo Henrique não poderia ter recebido o dinheiro da ajuda de custo da Universidade porque não tem cinco anos de concursado. Esse é o período mínimo para o professor ter direito ao benefício.


Reajuste ilegal
De acordo com a comissão que traçou o raio x da crise na Universidade, a greve teve caráter puramente político e foi desencadeada apenas para privilegiar um pequeno grupo político liderado pelo professor Paulo Henrique.

O movimento foi suspenso pela Justiça porque qualquer reajuste de salário que fosse concedido seria ilegal. A folha de pagamento da UnirG já consome mais de 60% da receita da instituição, o que fere frontalmente a Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF.

De março a dezembro de 2010, a despesa com funcionários saltou de R$ 1.970.671,87 para R$ 2.747.710,26. A majoração acima do índice permitido pela LRF aconteceu principalmente por causa do reajuste salarial de 7,5%, retroativo a janeiro de 2010.

Os gastos excessivos com a folha de pagamento impedem outro aumento salarial, pois tiraria qualquer possibilidade de novos investimentos na UnirG, como a ampliação e renovação de laboratórios, bibliotecas e outras dependência da instituição.


Professores fantasmas
queriam ganhar mais
Segundo o relatório das investigações feitas na UnirG, membros do comando de greve, a começar por Paulo Henrique, recebem sem ter direito, ajuda de custo financeira para cursos de especialização, em detrimento de outros professores aptos a receber o benefício.

A comissão encontrou professores fazendo mestrado fora de Gurupi e recebendo salário como se estivessem dando aulas na UnirG. Eles são pagos para se dedicar exclusivamente a instituição, mas desenvolvem atividades paralelas em outras cidades.

Outra irregularidade são os professores que recebem dinheiro para desenvolver pesquisas, mas não comprovaram ter feito o trabalho. Existe ainda servidores comissionados que não trabalham, mas recebem o salário. Eles aparecem na Universidade apenas no dia de assinar a folha de ponto.

De acordo com o relatório da comissão, a tentativa de desestabilizar a UnirG partiu de “alguns oportunistas interessados em usar a instituição para fazer política partidária em benefício próprio” e de “concorrentes que querem ocupar o espaço físico da entidade”.

O prefeito determinou a punição de todos os envolvidos nas falcatruas cometidas na UnirG. Ele não é contra a especialização de professores, mas frisa que não permitirá que o benefício da ajuda de custo seja desviado para atender apenas o privilegiado grupo do presidente da Apug.

O Presidente da Apug não foi encontrado para dar sua versão, mas o espaço continua aberto a ele, caso queira.


"A Unirg é nossa"
A frase virou bordão na cidade quando os trapalhões tomaram, segundo eles, a Unirg do município.

Democrata, o prefeito entregou o comando. Foi desastre completo. Pararam as pesquisas, a inadimplência atingiu nível de bancarrota, o desânimo tomou conta e o maior patrimônio da cidade quase foi destruído.

Vendo o trem descarrilar, o gestor de fato da Universidade reassumiu o comando e as coisas começam a trilhar na normalidade.

A responsabilidade da veiculação dessas notas é da editoria de Poderes, que foi instada a não mostrá-las sem autorizaçao e está publicando.

O risco é por  sabermos ser verdadeiras as informações e principalmente para que a sociedade gurupiense descubra quem foram os responsáveis pelo fracasso da Unirg em 2010.

"A Unirg é nossa" quase virou A UNIRG, UM DIA FOI DE GURUPI.



Raul nas barras da Justiça
Raul Soneira, sub- chefe do entulho que se transformou a capital comandada pelo petista tão dorminhoco quanto Pedro Wilson e tão ruim de serviço quanto Erenice Guerra, está sendo obrigado, pela justiça a limpar a cidade.


O Ministério Público, antes dorminhoco quanto Raul e hoje mais atuante do que o exército americano na captura de Bin Laden e consequente reeleição de Obama, pediu e a Justiça mandou.

384, isso mesmo 384 pontos de entulho abarrotam a capital do Tocantins e Raul cinquentin ha (50 milhões/mês) só abria a porta do caixão para perguntar se o arroz, oferecido a ele, estava limpo.

"O juiz da 2ª Vara dos Feitos das Fazendas e Registros Públicos, Sandalo Bueno, determinou que a Prefeitura de Palmas providencie, em 60 dias, a coleta e remoção dos resíduos sólidos provenientes da construção civil, galhadas, restos de podas de árvores, e outros entulhos depositados irregularmente em endereços públicos.

A ação de limpeza deverá começar pelos 384 pontos identificados e georreferenciados pelo Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente (Caoma), órgão auxiliar do MPE".

Desde 31 de março, Raul Soneira está acossado pela justiça.
A ordem judicial "ainda obriga a Prefeitura a adotar e implantar, em 90 dias, sistema permanente de fiscalização volante, visando a identificação e autuação dos responsáveis pelo despejo de entulhos em vias da Capital.

Imediatamente, a gestão municipal deve divulgar as ações de limpeza e de fiscalização adotadas, sensibilizando o cidadão palmense acerca da necessidade de manter a cidade limpar e de denunciar os que insistem em poluí-la".

É a Justiça, a pedido do MP-TO, tentando ensinar Raul Soneira a administrar o próprio quintal.

"O descumprimento das determinações judiciais ensejará aplicação de multa diária no valor de R$250,00 para cada um dos 384 pontos de resíduos identificados pelo Caoma e não removidos no prazo dado e de R$ 1.000,00 por dia de não cumprimento para as demais situações".

Essa é a parte mais contundente e que obriga Raul Soneira agir. Grana não pode faltar. Afinal, diz ele à boca pequena, não vou me eleger a mais nada mesmo e preciso de uma graninha para manter o sono.

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