16 de jan. de 2011

Poder 312

Ingenuidade de Cidim

Deixou o desgoverno nas mãos do 1º ministro Jorcelino Braga com o bônus e ele, Cidim com o ônus, não cumpriu a promessa de asfaltar as cidades (PACI), foi incapaz de mostrar os erros de Marconi e ainda divulgou maciçamente no jornal O hoje, suspeitíssimo de pertencer ao gov. reeleito.

De Comandatuba a Jerusalém
Marconi tomou o 1º mandato de gov. e se mandou para o mais luxuoso templo de mordomias do Brasil, o Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba Resort, na Bahia! Encarapitado com a familia na suíte presidencial, ao custo de R$1.500/ dia, se refestelaram por 240
horas ininterruptas de embromacion regado a vinho de 350 reais a garrafa, lagosta e camarão.

Mudar ou morrer
Ameaçado de perder a mais recente disputa eleitoral, no auge da guerra Marconi prometeu reformar o comportamento, se dispondo não apenas ir a Jerusalém, mas governar o contrário de gestões anteriores, fazendo melhor, de fato, ao invés de continuar vendendo ilusões.

Nova oportunidade
Na posse ripou levemente o ex e enfatizou palavras construtivas: "responsabilidade, nova administração pública, funcionar o iniciado, concluir o que estava parado,austeridade, atrair parcerias,melhorar o atendimento as demandas públicas e finalmente dar ao governo a marca de planejamento, profissionalismo e meritocracia."

Com os secretários
"o tempo do imobilismo, da omissão, da letargia, da indolência, da estagnação e da ineficiência acabou em Goiás. No nosso governo, só haverá espaço para quem quiser levantar cedo e trabalhar com determinação e tenacidade." Marconi parece estar se dirigindo a ele próprio quando governou Goiás as duas primeiras vezes. Quem sabe agora, no pós Jerusalelém seja diferente?

Corrupção
Foi igualzinho no passado, quando vociferou não roubar roubar, nem deixar roubar. Ilusão. A roubalheira deslanchou e veio contaminando todo o pedestal, de cabo a rabo. Mais iludido é o governante que pensa furtar sozinho e não ser seguido por todos, sem exceção, no desgoverno e nas prefeituras.

Mário Covas
A citação do peessedebista, ex governador de São Paulo vendido por modelo de honestidade não pegou bem. Alguém pode retrucar: corrupção é uma "barbaridade tão inaceitável" que mata muita gente, inclusive ele, aos 70 anos, de câncer. Quércia, pêgo pela imprensa se foi aos 72.

Finalmente
Marconi repetiu aos futuros secretários:"Pensamentos tornam-se ações. Ações tornam-se hábitos. Hábitos tornam-se caráter." Por isso que foi difícil o retorno de Marconi. Sem a tibiez do adversário principal, cego pelo ódio, Marconi estaria em fim de carreira. Mudando os hábitos, quem sabe terá sucesso.

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