Gastança de Gaguim
O transporte escolar, responsável pela frequência às aulas de milhares de estudantes do Tocantins, está há três meses sem ver a cor do dinheiro, ameaçando a qualidade do ensino dos jovens, conforme denúncia, no dia 21, do deputado José Geraldo.
Mais loucuras de Gaguim
Temendo ser fiscalizado, julgado e preso, o gov. Gaguim presenteou o Tribunal de Contas do Estado, o Ministério Público, o Tribunal de
Justiça e a própria Assembleia Legislativa com 17,95% da receita do próximo ano, coisa de R$ 697 milhões e 300 mil dos tocantinenses.
O negócio é comprar
Na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) enviada à Assembleia e aprovada pelos deputados de Gaguim, o Ministério
Público ficou com R$ 114.612 milhões; a defensoria pública, R$ 75.760 milhões; o TCE, R$ 73.818 milhões; o Tribunal de Justiça, R$ 299.158 milhões, e os próprios deputados ficaram com R$ 134.038 milhões.
Essa verba é tirada de onde? Da boca do povo, dos 600 mil famintos, dos milhares de drogados, que continuariam sem assistência, da segurança pública, da saúde e da educação.
Pela lógica de Gaguim, é dar para quem tem e tirar de quem nada tem. É assim que Gaguim, Josi, Agnolim, Amélio, Cacildo, César, Ed. Dertins, Eli, Fábio, Iderval, Zé Viana, Paulo Roberto, Raimundo Palito, Stalin e Sandoval querem ajudar Siqueira e o Tocantins.
Fechamento do Estado
O gov. Gaguim decretou o fechamento do Estado na parte da manhã, tentando acudir as contas públicas devido à moagem na campanha. De 25 de outubro em diante, o Estado passa a ser vespertino, isto é, só funciona na parte da tarde.
Salários ameaçados
Corte de férias e do plano de saúde dos servidores e até ameaça de não pagar 13º, tudo é possível, menos a dispensa de fantasmas.
Fecha o Estado, mas não manda embora.
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